Felinto Elísio,
nascido em 29 de novembro de 1852 e faleceu em 1944.filho do tenente coronel
Jesuino Idefonso de Azevedo, casado com Anisia de Azevedo Pires. Foi um dos mais importantes patriarcas do Rio
Grande do Norte, descendente dos pioneiros do Seridó, dos Azevedo Maia e Dantas
Correia, troncos de uma enorme e rica árvore genealógica. Boa parte da história
do nosso Estado está em suas raízes e se abriga em suas sombras. Criadores de
boi, agricultores, plantadores de algodão, chefes políticos, administradores,
fundadores de cidades e construtores de igreja, comerciantes, industriais,
jornalistas, poetas, profissionais liberais, líderes. Um dos mais ilustres
deles foi Felinto Elísio de Oliveira Azevedo. Entrou na política aos 18 anos,
ainda no império, sucedendo ao pai, coronel Manoel Idelfonso de Oliveira
Azevedo, que lhe entregou o comando do Partido Conservador. Isso foi coisa de
1870. Exerceu essa liderança por 73 anos. Foi deputado provincial na Monarquia,
em dois mandatos, e deputado estadual na República por sete mandatos. Presidiu
a Assembléia Legislativa do Estado e nessa condição, por duas vezes, exerceu,
na interinidade, o Governo do Estado. Numa dessas vezes, recebeu aqui a visita
oficial do Presidente da Republica, Arthur Bernardes. Max cita Câmara Cascudo,
que fez o perfil de Felinto no seu centenário: “Evoco-o com sua calça inglesa,
colete de traspasso, a clássica sobrecasaca impecável, tomando posse no Governo
do Estado”.
STPM JOTA MARIA - MOSSORÓ-RN, 24 DE JANEIRO DE 2020
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